Broncho-Vaxom® & Clenil A® Connections é uma iniciativa científica híbrida, composta por webinars e encontros presenciais, voltada à atualização médica e ao compartilhamento de conhecimento, reunindo especialistas em Pediatria, Otorrinolaringologia, Pneumologia, Pneumo Pediatras e Alergologia de diversas regiões do país.
O conteúdo contempla apresentações de médicos renomados e formadores de opinião dentro da sociedade médica, abordando os diferenciais clínicos de Broncho-Vaxom® e Clenil A®.
São apresentados, por meio de estudos e experiências clínicas, as conexões terapêuticas entre imunomoduladores e corticosteroides inalatórios no manejo integrado de doenças respiratórias e ITRs.
Terapia Inalatória: O papel da nebulização na sibilância infantil
Mas não basta apenas nebulizar: a escolha do dispositivo inalatório adequado e o uso correto dele são essenciais para garantir que o medicamento chegue onde realmente precisa.
Conheça mais sobre a médica palestrante:
Dra. Rafaela Baroni Aurilio
Médica Pneumologista Pediátrica na IPPMG/UFRJO Impacto da imunomodulação na prevenção das infecções respiratórias
Broncho-Vaxom é um imunomodulador oral à base de lisado bacteriano, utilizado na prevenção de infecções respiratórias recorrentes.
Nesta aula, você compreenderá como o lisado bacteriano treina o sistema imunológico, estimulando tanto a resposta inata quanto a adaptativa, promovendo uma reação mais rápida e eficaz contra diversos agentes infecciosos, sejam eles bacterianos ou virais.
Conheça mais sobre a médica palestrante:
Dra. Janaina Melo
Médica Alergista e Imunologista no Hospital das Clínicas da FMUSP, Ribeirão PretoQuer continuar lendo este conteúdo? Faça seu cadastro ou acesse sua conta
Minibula
MINI BULA Clenil A:
Clenil® A dipropionato de beclometasona. USO ADULTO E PEDIÁTRICO. COMPOSIÇÃO, FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO: Suspensão inalatória. Cada mL contém 400 mcg de dipropionato de beclometasona. Embalagens com 10 flaconetes contendo 2 mL cada. INDICAÇÕES: Prevenção e tratamento da asma brônquica, espasmo brônquico, rinite alérgica perene ou por mudança de estação, rinite vasomotora, rinofaringites, sinusites, doenças inflamatórias e alérgicas das cavidades nasais e paranasais ou da faringe e na prevenção da recorrência de pólipos nasais após remoção cirúrgica. CUIDADOS E ADVERTÊNCIAS: Clenil® A não é recomendado para aliviar os sintomas graves da asma (como a falta de ar e a broncoestenose), para o qual um beta2-agonista de curta ação inalado é necessário. O tratamento com corticosteroides pode mascarar alguns sintomas de tuberculose pulmonar e outras condições bacterianas das vias aéreas, bem como infecções fúngicas e virais das vias aéreas. A tuberculose pulmonar também pode ser reativada pela (re)introdução de corticosteroides inalados. Deve-se considerar isso ao tratar pacientes asmáticos com infecções das vias aéreas, em que tanto a asma quanto a infecção das vias aéreas devem ser adequadamente tratadas. Restrição é necessária no tratamento de pacientes com anomalias pulmonares, como bronquiectasia e pneumoconiose, juntamente com a possibilidade de infecções fúngicas. A terapia com corticosteroide pode aumentar o risco de desenvolvimento de infecções graves ou fatais em indivíduos expostos a doenças virais, como varicela. Como com qualquer terapêutica inalatória, pode ocorrer broncoespasmo paradoxal com aumento imediato de sibilos após dosificação. O uso de Clenil® A durante a gravidez deve ser considerado apenas quando os benefícios esperados para a mãe excederem em muito os possíveis riscos para o feto. Nenhuma evidência de efeitos teratogênicos em mulheres grávidas usando beclometasona inalada foi observada de acordo com dados publicados. No entanto, os possíveis efeitos no desenvolvimento fetal após terapia com altas doses de dipropionato de beclometasona inalado não podem ser excluídos. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. É razoável supor que haja passagem de dipropionato de beclometasona para o leite materno. No entanto, em doses terapêuticas de dipropionato de beclometasona, nenhum efeito nos recém-nascidos / lactentes amamentados é esperado. Não foram relatados efeitos nocivos nos lactentes para os glicocorticoides. Os benefícios da amamentação provavelmente superam qualquer risco teórico. O dipropionato de beclometasona pode ser usado durante a amamentação. Contudo, se for utilizado dipropionato de beclometasona inalado em dose elevada, recomenda-se evitar a amamentação durante 4 horas após a administração. Reações adversas/Efeitos colaterais: Laringite, faringite, candidíase oral, náusea, dispepsia, tosse, irritação da garganta, rouquidão, disfonia, broncoespasmo paradoxal, chiado no peito, dor de cabeça, visão turva, herpes simples, reações de hipersensibilidade (edema dos olhos, edema de garganta, edema de face, angioedema, erupção cutânea, urticária, prurido), astenia, supressão adrenal, catarata, glaucoma, retardo no crescimento (em crianças e adolescente), diminuição da densidade óssea, tremor, dispneia, hiperatividade psicomotora, distúrbios do sono, ansiedade, depressão, agressividade, mudanças comportamentais (predominantemente em crianças). POSOLOGIA: Adultos: Um flaconete a cada 24 horas ou a cada 12 horas. Crianças: Meio flaconete, a cada 24 horas ou a cada 12 horas. Uso geriátrico: Clenil® A pode ser usado por pessoas acima de 65 anos de idade, desde que observadas as precauções comuns ao produto. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Reg. M.S.: 1.0058.0009. SAC: 0800 – 1104525. www.chiesi.com.br
CONTRAINDICAÇÕES: Hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula. Presença de infecções virais, fúngicas ou de tuberculose pulmonar.Interações medicamentosas: Estudos específicos sobre possíveis interações medicamentosas não foram realizados com o dipropionato de beclometasona. O dipropionato de beclometasona é menos dependente do metabolismo do CYP3A do que os outros corticosteroides e, em geral, as interações são improváveis. No entanto, a possibilidade de efeitos sistêmicos com o uso concomitante de inibidores fortes do CYP3A (por exemplo, ritonavir, cobicistate) não pode ser excluída e, portanto, é aconselhável o cuidado e o acompanhamento adequado com o uso de tais medicamentos. Se usado ao mesmo tempo com esteroide sistêmico ou intranasal, o efeito de supressão da adrenal poderá ser aumentado.
MINI BULA Broncho-Vaxom:
BRONCHO-VAXOM®. USO ADULTO E PEDIÁTRICO. COMPOSIÇÃO, FORMAS FARMACÊUTICAS E APRESENTAÇÕES: BRONCHO-VAXOM® Adulto Cápsula. Cada cápsula contém 7 mg de lisado bacteriano de Haemophilus influenzae, Streptococcus pneumoniae, Klebsiella pneumoniae ssp. pneumoniae, Klebsiella pneumoniae ssp. ozaenae, Staphylococcus aureus, Streptococcus pyogenes, Streptococcus sanguinis e Moraxella (Branhamella) catarrhalis contido em 40 mg de liofilizado padronizado. Embalagens com 10 e 30 unidades. BRONCHO-VAXOM® Pediátrico. Cápsula. Cada cápsula contém 3,5 mg de lisado bacteriano Haemophilus influenzae, Streptococcus pneumoniae, Klebsiella pneumoniae ssp. pneumoniae, Klebsiella pneumoniae ssp. ozaenae, Staphylococcus aureus, Streptococcus pyogenes, Streptococcus sanguinis e Moraxella (Branhamella) catarrhalis contido em 20 mg de liofilizado padronizado. Embalagem com 10 unidades. Granulado. Cada sachê contém 3,5 mg de lisado bacteriano Haemophilus influenzae, Streptococcus pneumoniae, Klebsiella pneumoniae ssp. pneumoniae, Klebsiella pneumoniae ssp. ozaenae, Staphylococcus aureus, Streptococcus pyogenes, Streptococcus sanguinis e Moraxella (Branhamella) catarrhalis contido em 20 mg de liofilizado padronizado. Embalagem com 30 sachês.INDICAÇÕES: Terapia adjuvante em todos os processos infecciosos do trato respiratório. Prevenção de recidivas e da transição para o estado crônico. BRONCHO-VAXOM® é especialmente recomendado como terapia auxiliar nos seguintes casos: bronquites aguda e crônica; amigdalite, faringite e laringite; rinite, sinusite e otite; infecções resistentes aos antibióticos convencionais; complicações bacterianas decorrentes de infecções virais do trato respiratório, especialmente na criança e no idoso.CONTRAINDICAÇÕES: Hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Este medicamento é contraindicado para crianças com menos de seis meses de idade devido à imaturidade de seu sistema imune.CUIDADOS E ADVERTÊNCIAS: BRONCHO-VAXOM® pode causar reações de hipersensibilidade. O tratamento deve ser interrompido caso ocorram reações alérgicas ou sinais de intolerância ao tratamento, como reações cutâneas e distúrbios respiratórios de longa duração, uma vez que estes podem ser reflexos de reações de hipersensibilidade. O tratamento também deve ser interrompido no caso de distúrbios gastrintestinais duradouros.Pacientes idosos: A população idosa foi amplamente representada nos estudos clínicos com BRONCHO-VAXOM® e não são apresentadas preocupações gerais de segurança. Não há recomendações especiais para o uso de BRONCHO-VAXOM® em pacientes idosos. Uso em crianças com idade inferior a 6 meses: Dados limitados de estudos clínicos estão disponíveis sobre o uso de BRONCHO-VAXOM® em crianças com menos de 6 meses, portanto, como uma medida de precaução e com base nos conhecimentos atuais, a administração de BRONCHO-VAXOM® não é recomendada em crianças com idade inferior a 6 meses, devido a imaturidade do seu sistema imunitário. Insuficiência Renal: Dados limitados estão disponíveis em pacientes com insuficiência renal. Em estudos de toxicidade pré-clínica, não houve sinais de toxicidade renal em ratos nem em cães. Portanto, nenhuma preocupação de segurança é esperada nessa população. Insuficiência Hepática: Não existem dados disponíveis em pacientes com insuficiência hepática. Em estudos de toxicidade pré-clínica, não houve sinais de toxicidade hepática em ratos nem em cães. Portanto, nenhuma preocupação de segurança é esperada nessa população. Capacidade de dirigir veículos e operar máquinas: BRONCHO-VAXOM® não afeta a capacidade de dirigir veículos ou operar máquinas. Gravidez: categoria B de risco na gravidez. Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista. Há dados limitados sobre a utilização de BRONCHO-VAXOM® por mulheres grávidas. Estudos em animais não indicam efeitos prejudiciais diretos ou indiretos em relação à toxicidade reprodutiva. Como medida de precaução, é preferível evitar o uso de BRONCHO-VAXOM® durante gravidez. Lactação: Estudos específicos não foram realizados e nenhum dado foi reportado até o momento. Como medida de precaução é preferível evitar o uso de BRONCHO-VAXOM® durante a amamentação. Interações medicamentosas: Até o momento não se conhecem interações medicamentosas com o uso do produto. Interferência em testes de laboratório: BRONCHO-VAXOM® pode induzir aumento na concentração de IgA em secreções e de IgM, IgG e IgA no soro, redução dos níveis séricos de IgE e aumento no número de linfócitos e células fagocitárias circulantes. Reações Adversas/Efeitos Colaterais: Relatos provenientes de estudos clínicos indicam uma incidência de efeitos adversos de 3% a 4%. Eventos adversos são classificados abaixo de acordo com sua frequência: Reações comuns (ocorrem em 1% a 10% dos pacientes que utilizam este medicamento): diarreia, dor abdominal, tosse e erupção cutânea. Reações incomuns (ocorrem em 0,1% a 1% dos pacientes que utilizam este medicamento): hipersensibilidade (erupção cutânea eritematosa, erupção cutânea generalizada, eritema, edema, edema palpebral, edema da face, edema periférico, inchaço, inchaço da face, prurido, prurido generalizado, dispneia). Os relatos pós-comercialização identificaram as seguintes reações adversas de frequência desconhecida: vômito, náusea, angioedema, urticária, febre, fadiga e dor de cabeça. POSOLOGIA: Adultos - cápsulas de 7 mg:Tratamento de episódios agudos: uma cápsula ao dia, em jejum, até o desaparecimento dos sintomas, por um período mínimo de dez dias. Nos casos que requeiram terapia antibiótica, BRONCHO-VAXOM® deve ser administrado junto com o antibiótico preferencialmente desde o início do tratamento. Tratamento de prevenção de recidivas (recaídas): uma cápsula ao dia, em jejum, durante dez dias consecutivos com intervalo de 20 dias devendo ser repetido por três meses seguidos. Crianças - cápsulas de 3,5 mg: Empregar o mesmo esquema posológico adotado para os adultos. As cápsulas pediátricas contêm a metade da dose preconizada para adultos. Caso a criança apresente dificuldade em engolir a cápsula, esta pode ser aberta e o conteúdo disperso em uma pequena quantidade de líquido, tal como água, suco de frutas ou leite. Crianças - sachê de 3,5 mg: Empregar o mesmo esquema posológico adotado para os adultos. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. Reg. M.S.: 1.0058.0122 / SAC: 0800-1104525 / www.chiesi.com.br