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Criança em um campo de flores amarelas

Sinais de alerta, tipos de tosses

7 minutos

Conheça mais sobre o médico:

Dra. Vera Esteves Vagnozzi Rullo – CRM-SP 61.974

Médica pediatra com mestrado, doutorado e pós-doutorado em Alergia e Imunologia Pediatria (pela UNIFESP-EPM). Responsável do Departamento de Pediatria da Faculdade de Ciências Médicas do Centro Universitário Lusíada (UNILUS). Membro do Núcleo Docente Estruturante, Coordenadora do Núcleo de Pesquisa em Pediatria da UNILUS. Chefe do Ambulatório Didático de Alergia e Imunologia Pediátrica UNILUS-HGA. Membro do Núcleo Gerencial do Departamento Científico de Alergia e Imunologia da Sociedade de Pediatria de São Paulo. Presidente do Departamento Científico de Alergia e Imunologia da SPSP (2013-2016 e 2016-2019).

Introdução

Sibilância é um dos problemas mais frequentes no consultório pediátrico, especialmente no atendimento de crianças abaixo de cinco anos.¹
 
É descrito como:
• Chiado;
• Dificuldade para respirar;
• Respiração curta e tosse, que varia de intensidade, dependendo da limitação do fluxo aéreo.²

Os Corticosteroides Inalatórios (CI) são fundamentais para tratamento e prevenção de riscos futuros desses pacientes. Podem ser prescritos na forma de inaladores pressurizados dosimetrados (com espaçadores) ou nebulizadores, sendo que estes representam uma excelente alternativa, muito efetiva e bem tolerada.⁴

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Há características sugestivas que orientamos profissionais para esse desafio, como presença de tosse seca persistente ou recorrente, com piora noturna ou acompanhada por chiado.³‧⁴

Podcast

Referências bibliográficas:

1. Fernandes RM, Robalo B, Calado C, et al. The multiple meanings of “wheezing”: a questionnaire survey in Portuguese for parents and health professionals. BMC Pediatrics 2011;11:112. 2. Ducharme FM, Tse SM, Chauhan B. Diagnosis, management, and prognosis of preschool wheeze. Lancet. 2014 ;383(9928):1593-604. 3. Chong Neto HJ, Solé D, Camragos P, et al. Diretrizes da ASBAI e SBP para sibilância e asma no pré-escolar. Arq Asma Alerg Imunol. 2018;2(2):163-208. 4. Hong JG, Wandalsen G, Murphy KR, et al. Nebulized Inhaled Corticosteroids in Asthma Treatment in Children ≤5 Years of Age: A Systematic Reviewand Global Expert Analysis. J Allergy Clin Immunol Pract. 2020 Jan 29. pii: S2213-2198(20)30100-8. [Epub ahead of print]

Bula do medicamento

Clenil® A dipropionato de beclometasona USO ADULTO E PEDIÁTRICO COMPOSIÇÃO, FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO: Suspensão inalatória. Cada mL contém 400 mcg de dipropionato de beclometasona. Embalagens com 10 flaconetes contendo 2 mL cada. INDICAÇÕES: Prevenção e tratamento da asma brônquica, espasmo brônquico, rinite alérgica perene ou por mudança de estação, rinite vasomotora, rinofaringites, sinusites,doenças inflamatórias e alérgicas das cavidades nasais e paranasais ou da faringe e na prevenção da recorrência de pólipos nasais após remoção cirúrgica. CONTRAINDICAÇÕES: Hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula. Presença de infecções virais, fúngicas ou de tuberculose pulmonar. CUIDADOS E ADVERTÊNCIAS: Clenil® A não é recomendado para aliviar os sintomas graves da asma (como a falta de ar e a broncoestenose), para o qualum beta2-agonista de curta ação inalado é necessário. O tratamento com corticosteroides pode mascarar alguns sintomas de tuberculose pulmonar e outrascondições bacterianas das vias aéreas, bem como infecções fúngicas e virais das vias aéreas. A tuberculose pulmonar também pode ser reativada pela (re)introduçãode corticosteroides inalados. Deve-se considerar isso ao tratar pacientes asmáticos com infecções das vias aéreas, em que tanto a asma quanto a infecçãodas vias aéreas devem ser adequadamente tratadas. Restrição é necessária no tratamento de pacientes com anomalias pulmonares, como bronquiectasia epneumoconiose, juntamente com a possibilidade de infecções fúngicas. A terapia com corticosteroide pode aumentar o risco de desenvolvimento de infecçõesgraves ou fatais em indivíduos expostos a doenças virais, como varicela. Como com qualquer terapêutica inalatória, pode ocorrer broncoespasmo paradoxalcom aumento imediato de sibilos após dosificação. O uso de Clenil® A durante a gravidez deve ser considerado apenas quando os benefícios esperados para amãe excederem em muito os possíveis riscos para o feto. Nenhuma evidência de efeitos teratogênicos em mulheres grávidas usando beclometasona inalada foiobservada de acordo com dados publicados. No entanto, os possíveis efeitos no desenvolvimento fetal após terapia com altas doses de dipropionato de beclometasonainalado não podem ser excluídos. Estudos em animais demonstraram toxicidade reprodutiva. É razoável supor que haja passagem de dipropionatode beclometasona para o leite materno No entanto, em doses terapêuticas de dipropionato de beclometasona, nenhum efeito nos recém-nascidos / lactentesamamentados é esperado. Não foram relatados efeitos nocivos nos lactentes para os glicocorticoides. Os benefícios da amamentação provavelmente superamqualquer risco teórico. O dipropionato de beclometasona pode ser usado durante a amamentação. Contudo, se for utilizado dipropionato de beclometasonainalado em dose elevada, recomenda-se evitar a amamentação durante 4 horas após a administração. Interações medicamentosas: Estudos específicossobre possíveis interações medicamentosas não foram realizados com o dipropionato de beclometasona. O dipropionato de beclometasona é menos dependentedo metabolismo do CYP3A do que os outros corticosteroides e, em geral, as interações são improváveis. No entanto, a possibilidade de efeitos sistêmicoscom o uso concomitante de inibidores fortes do CYP3A (por exemplo, ritonavir, cobicistate) não pode ser excluída e, portanto, é aconselhável o cuidado eo acompanhamento adequado com o uso de tais medicamentos. Se usado ao mesmo tempo com esteroide sistêmico ou intranasal, o efeito de supressãoda adrenal poderá ser aumentado. Reações adversas/Efeitos colaterais: Laringite, faringite, candidíase oral, náusea, dispepsia, tosse, irritação dagarganta, rouquidão, disfonia, broncoespasmo paradoxal, chiado no peito, dor de cabeça, visão turva, herpes simples, reações de hipersensibilidade (edemados olhos, edema de garganta, edema de face, angioedema, erupção cutânea, urticária, prurido), astenia, supressão adrenal, catarata, glaucoma, retardono crescimento (em crianças e adolescente), diminuição da densidade óssea, tremor, dispneia, hiperatividade psicomotora, distúrbios do sono, ansiedade,depressão, agressividade, mudanças comportamentais (predominantemente em crianças). POSOLOGIA: Adultos: Um flaconete a cada 24 horas ou a cada12 horas. Crianças: Meio flaconete, a cada 24 horas ou a cada 12 horas. Uso geriátrico: Clenil® A pode ser usado por pessoas acima de 65 anos de idade,desde que observadas as precauções comuns ao produto. VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SERCONSULTADO. Reg. M.S.: 1.0058.0009 SAC: 0800 – 114525 www.chiesi.com.br V01
 
CONTRAINDICAÇÕES: Hipersensibilidade conhecida aos componentes da fórmula. Presença de infecções virais, fúngicas ou detuberculose pulmonar. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS: Estudos específicos sobre possíveis interações medicamentosasnão foram realizados com o dipropionato de beclometasona. O dipropionato de beclometasona é menos dependente do metabolismodo CYP3A do que os outros corticosteroides e, em geral, as interações são improváveis. No entanto, a possibilidade de efeitossistêmicos com o uso concomitante de inibidores fortes do CYP3A (por exemplo, ritonavir, cobicistate) não pode ser excluída e,portanto, é aconselhável o cuidado e o acompanhamento adequado com o uso de tais medicamentos. Se usado ao mesmo tempocom esteroide sistêmico ou intranasal, o efeito de supressão da adrenal poderá ser aumentado.
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