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homem idoso com DPOC em consulta médica com médico homem

Experiência clínica no manejo da DPOC

Transição de tripla terapia em pó para formulação extrafina em spray (pMDI)

8 minutos

Conheça mais sobre o médico:

Dr. Marcelo Nunes Cardoso | CRM-SP: 115.379 | RQE: 107.979

Especialista pela Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia da Associação Médica Brasileira (SBPT-AMB). Ambulatório de Pneumologia e Reabilitação Pulmonar do Município de Itapetininga e Ambulatório Médico de Especialidades (AME) de Itapetininga. Coordenador de Projetos Educacionais da Associação Brasileira de Asma Grave (ASBAG).

Relato do caso

Paciente do sexo masculino, de 75 anos de idade, ex-tabagista (45 maços/ano), com diagnóstico de doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) estabelecido há aproximadamente oito anos. Apresentava dispneia progressiva aos esforços, tosse produtiva crônica e histórico de duas exacerbações moderadas no último ano, uma delas necessitando atendimento em serviço de emergência.

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Na avaliação inicial em nosso ambulatório, encontrava-se em uso de furoato de fluticasona/umeclidínio/vilanterol, 1 inalação pela manhã, via dispositivo de pó seco. Apesar de relatar uso regular da medicação, persistiam dispneia aos esforços moderados (mMRC 2–3) e necessidade de broncodilatador de resgate, com salbutamol, cerca de três a quatro vezes por semana, principalmente no período noturno.
 
A espirometria evidenciou distúrbio ventilatório obstrutivo grave, com VEF1 pós-broncodilatador de 32% do previsto e relação VEF1/CVF de 0,48. Exames laboratoriais mostraram contagem de eosinófilos periféricos de 360 células/mm3.
 
Durante a avaliação da técnica inalatória, observou-se dificuldade na geração de fluxo inspiratório adequado para o dispositivo de pó seco, associada à inspiração curta e não sustentada. O paciente também relatou insegurança quanto ao uso correto do dispositivo.

Diante da persistência dos sintomas, da necessidade frequente de medicação de resgate e das limitações observadas na técnica inalatória, optou-se pela transição para dipropionato de beclometasona/formoterol/ glicopirrônio, em formulação extrafina pressurizada, na dose de 2 inalações a cada 12 horas.

Evolução clínica

Após três meses de acompanhamento, o paciente relatou melhora significativa da dispneia, maior facilidade no uso do dispositivo inalatório e maior confiança na realização da técnica inalatória correta.
 
Houve redução progressiva do uso de broncodilatador de resgate, passando a uso eventual, inferior a uma vez por semana. O paciente relatou melhora da tolerância aos esforços e maior capacidade para atividades cotidianas. Seis meses após a mudança terapêutica, mantinha-se clinicamente estável, sem novas exacerbações e sem necessidade de atendimentos de urgência. A espirometria de controle demonstrou manutenção da função pulmonar, sem alterações.
 
Outro aspecto relevante foi a melhora da adesão ao tratamento, possivelmente relacionada à maior facilidade de uso do dispositivo pressurizado e ao regime posológico de duas vezes ao dia, que se integrou melhor à rotina do paciente.

Discussão

Este caso ilustra a importância da adequação do dispositivo inalatório nomanejo da DPOC1, aspecto amplamente destacado nas recomendações atuais do GOLD.
 
Os dispositivos de pó seco dependem da geração de fluxo inspiratório suficiente para promover a adequada dispersão do medicamento. Em pacientes com limitação ventilatória mais significativa, fraquezamuscular respiratória ou técnica inadequada, essa condição pode comprometer a deposição pulmonar do fármaco.1
 
Por outro lado, os aerossóis pressurizados (pMDI) não dependem de fluxo inspiratório elevado para a liberação da medicação, podendo oferecer vantagens em determinados perfis de pacientes.1 Além disso, formulações extrafinas apresentam potencial de deposição mais homogênea ao longo da árvore brônquica, incluindo as pequenas vias aéreas, que desempenham papel relevante na fisiopatologia da DPOC.2
 
As pequenas vias aéreas (<2 mm) desempenham papel central na fisiopatologia da asma e da DPOC, pois estão associadas à limitação persistente do fluxo aéreo, às exacerbações e ao pior controle clínico.3 A efetividade da terapia inalatória depende da deposição pulmonar, fortemente influenciada pelo tamanho das partículas, expresso pelo diâmetro aerodinâmico mediano de massa (MMAD).3

Partículas extrafinas (<2 μm) apresentam maior deposição nas vias aéreas periféricas, o que favorece melhor resposta funcional, inclusive nas pequenas vias aéreas.4-10
 
Evidências provenientes de estudos experimentais, clínicos e de mundo real demonstram que a terapia tripla extrafina em dose fixa promove maior deposição periférica, melhora parâmetros funcionais e pode reduzir exacerbações, além de manter um perfil de segurança favorável, o que reforça sua relevância clínica no manejo da asma e da DPOC.4-10
 
No presente caso, a mudança de dispositivo foi associada à melhora da técnica inalatória, à maior adesão e ao melhor controle clínico, evidenciado pela redução do uso de medicação de resgate e pela ausência de exacerbações no período de acompanhamento.Esses achados reforçam a importância de reavaliar periodicamente não apenas o regime farmacológico, mas também a capacidade do paciente de utilizar adequadamente o dispositivo inalatório.1

Conclusão

A terapia tripla inalatória é um componente fundamental no tratamento de pacientes com DPOC sintomática e risco elevado de exacerbações.1 Entretanto, a efetividade do tratamento depende não apenas da escolha das moléculas, mas também da adequação do dispositivo inalatório ao perfil do paciente.1
 
Neste relato, a transição da terapia tripla em pó seco para a formulação extrafina em spray pressurizado associou-se à melhora da técnica inalatória, à maior adesão e ao melhor controle clínico, sem exacerbações durante o seguimento.
 
A avaliação individualizada do paciente e da capacidade de uso do dispositivo deve fazer parte da prática clínica, contribuindo para otimizar os resultados terapêuticos no manejo da DPOC. 1

Referências Bibliográficas

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: 1. Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção Especializada à Saúde; Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação em Saúde. Protocolo clínico e diretrizes terapêuticas da doença pulmonar obstrutiva crônica. Brasília (DF): Ministério da Saúde; 2025. 2. Usmani OS. Small-airway disease in asthma and COPD: pharmacological considerations. Curr Opin Pulm Med. 2015;21(1):55-67.3. Toumpanakis D, Usmani OS. Small airways in asthma: Pathophysiology, identication and management. Chin Med J Pulm Crit Care Med. 2023;1(3):171-80. 4. Usmani OS, Scichilone N, Mignot B, Belmans D, Van Holsbeke C, De Backer J, et al. Airway deposition of extrane inhaled triple therapy in patients with copd: a model approach based on functional respiratory imaging computer simulations. Int J Chron ObstructPulmon Dis. 2020;15:2433-40. 5. Usmani O, Li G, De Backer J, Sada H, Wu L, Marshall J. Modeled small airways lung deposition of two xed-dose triple therapy combinations assessed with in silico functional respiratory imaging. Respir Res. 2023;24(1):226. 6. Price DB, Henley W, Cançado JED, Fabbri LM, Kerstjens HAM, Papi A, et al. Interclass difference in pneumonia risk in copd patients initiating xed dose inhaledtreatment containing extrane particle beclometasone versus ne particle uticasone. Int J Chron Obstruct Pulmon Dis. 2022;17:355-70. 7. Price D, Henley W, Cançado JED, Fabbri LM, Kerstjens HAM, Papi A, et al. Risk of Pneumonia in patients with COPD initiating xed dose inhaled corticosteroid (ICS) / long-acting bronchodilator (LABD) formulations containing extrane beclometasone dipropionate versus patients initiatingLABD without ICS. Pragmat Obs Res. 2024;15:1-16. 8. Lipworth B, Zambelli E, Agazzi R, Piraino A. Relative particle size and distribution of inhaled triple therapies. Ann Allergy Asthma Immunol. 2025:S1081-1206(25)01391-2. 9. Braido F, Corsico AG, Paleari D, Piraino A, Cavalieri L, Scichilone N. Why small particle xed dose triple therapy? An excursus from COPD pathology to pharmacological treatment evolution. TherAdv Respir Dis. 2022;16:17534666211066063. 10. Usmani OS, Baldi S, Warren S, Panni I, Girardello L, Rony F, et al. Lung deposition of inhaled extrane beclomethasone dipropionate/formoterol fumarate/glycopyrronium bromide in healthy volunteers and asthma: the STORM Study. J Aerosol Med Pulm Drug Deliv. 2022;35(4):179-85. 11. Trimbow® diproprionato de beclometasona + fumarato de formoterol di-hidratado+brometo de glicopirrônio [bula de medicamento]. 2023. 12. Cabrera CE, García JL, Lizarazo DEV, Gamonoso MBC, Romero MS, Martín SS, et al. lnhaled Triple Therapy with Extrane Single lnhaler Versus Multiple Devices in Chronic Obstructive Pulmonary Disease (TRIPOLI): A Post-Authorization Retrospective Study. lnt J Chron Obstruct Pulmon Dis. 2025 May 27;20:1737-47. 13. Brusselle G, Himpe U, Fievez P, Leys M,Pérez-Bogerd S, Peché R, et al. Evolving to a single inhaler extrane LABA/LAMA/ICS - lnhalation technique and adherence at the heart of COPD patient care (TRIVOLVE). Respir Med. 2023 Nov;218:107368

Minibula

Minibula TRIMBOW®:

TRIMBOW® dipropionato de beclometasona 100 mcg + fumarato de formoterol d-hidratado 6 mcg + brometo de glicopirrônio 12,5 mcg USO ADULTO COMPOSIÇÃO, FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES:Solução aerossol. Frasco contendo 120 doses (jatos), acompanhado de inalador com contador de dose (dispositivo para aplicação oral em forma de L). Cada dose contém 100 mcg de dipropionato de beclometasona, 6 mcg de fumarato de formoterol di-hidratado e 12,5 mcg de brometo de glicopirrônio. INDICAÇÕES:DPOCTRIMBOW® é indicado para o tratamento de manutenção em pacientes adultos com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) moderada a grave, que não estão adequadamente controlados com tratamento regular com corticosteroides inalatórios e agonistas beta-2 de ação prolongada ou com associação de agonistas beta-2 de ação prolongada e antagonista muscarínico de ação prolongada. AsmaTratamento de manutenção da asma em pacientes adultos que não estão adequadamente controlados com tratamento regular com associação de corticosteroide inalatório de dose média e um agonista beta-2 de ação prolongada, e que tenham apresentado uma ou mais exacerbações da asma no ano anterior.
CONTRAINDICAÇÕES:Hipersensibilidade ao dipropionato de beclometasona, fumarato de formoterol di-hidratado, brometo de glicopirrônio ou a qualquer um dos excipientes presentes na formulação. Pacientes com hipersensibilidade ao álcool não devem usar TRIMBOW®.Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos.
CUIDADOS E ADVERTÊNCIAS:TRIMBOW® não deve ser usado no tratamento agudo. TRIMBOW® não é indicado como uma terapia de resgate para o tratamento de episódios agudos de broncoespasmos ou para tratar uma exacerbação aguda de doença. Hipersensibilidade: reações de hipersensibilidade imediata foram relatadas após a administração de TRIMBOW®. Se ocorrerem sinais sugestivos de reações alérgicas, em particular, angioedema (incluindo dificuldades em respirar ou engolir, inchaço da língua, lábios e face), urticária ou erupções cutâneas, TRIMBOW® deve ser interrompido imediatamente e a terapia alternativa instituída. Broncoespasmo paradoxal: pode ocorrer broncoespasmo paradoxal com aumento imediato de sibilos e falta de ar após a administração. Isto deve ser tratado imediatamente com um broncodilatador inalatório de ação rápida (alívio). TRIMBOW® deve ser interrompido imediatamente, o paciente observado e instituída uma terapêutica alternativa, se necessário. Efeitos cardiovasculares: TRIMBOW® deve ser usado com precaução em pacientes com arritmias cardíacas, especialmente com bloqueio atrioventricular de terceiro grau e taquiarritmias, estenose aórtica subvalvar idiopática, cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva, doença cardíaca grave (particularmente infarto agudo do miocárdio, doença cardíaca isquêmica, insuficiência cardíaca congestiva), doenças vasculares oclusivas (particularmente arteriosclerose), hipertensão arterial e aneurisma. Atenção também deve ser dada no tratamento de pacientes com prolongamento conhecido ou suspeito do intervalo QTc (QTc > 450 milissegundos para os homens ou > 470 milissegundos para as mulheres), congênito ou induzido por medicamentos, pois estes pacientes foram excluídos dos ensaios clínicos com TRIMBOW®. Se a anestesia com agentes anestésicos halogenados for prevista, deve ser assegurado que TRIMBOW® não seja administrado por pelo menos 12 horas antes do início da anestesia, pois há risco de arritmias cardíacas. Atenção também é necessária quando TRIMBOW® for utilizado por pacientes com tireotoxicose, diabetes mellitus, feocromocitoma e hipocalemia não tratada. Pneumonia em pacientes com DPOC: um aumento na incidência de pneumonia, incluindo pneumonia com necessidade de hospitalização, tem sido observado em pacientes com DPOC que receberam corticosteroides inalatórios. Há alguma evidência de um risco aumentado de pneumonia com o aumento da dose de esteroides, mas isto não foi demonstrado conclusivamente em todos os estudos. Efeitos sistêmicos dos corticosteroides: Efeitos sistêmicos podem ocorrer com qualquer corticosteroide inalado, particularmente em doses elevadas prescritas por longos períodos. A dose diária de TRIMBOW® corresponde a uma dose média de corticosteroide inalado; além disso, estes efeitos são muito menos prováveis do que com corticosteroides orais. Os efeitos sistêmicos possíveis incluem: síndrome de Cushing, características de síndrome de Cushing, supressão adrenal, diminuição da densidade mineral óssea, cataratas, glaucoma. TRIMBOW® deve ser administrado com precaução em doentes com tuberculose pulmonar ativa ou latente, infecções fúngicas e virais das vias aéreas. Hipocalemia: Hipocalemia potencialmente grave pode resultar de terapia com beta2-agonista. Hiperglicemia: A inalação de formoterol pode causar um aumento nos níveis de glicose no sangue, portanto, a glicemia deve ser monitorada em pacientes com diabetes. Efeito anticolinérgico: Glicopirrônio deve ser usado com precaução em pacientes com glaucoma de ângulo fechado, hiperplasia prostática ou retenção urinária. Os pacientes devem ser informados sobre os sinais e sintomas do glaucoma de ângulo fechado agudo e devem ser informados para interromper o uso de TRIMBOW® e contatar o seu médico imediatamente se algum destes sinais ou sintomas surgirem. Pacientes com insuficiência renal grave: em pacientes com insuficiência renal grave ou em fase terminal da doença renal que necessitam de diálise, especialmente se associada a uma redução significativa de peso corporal, TRIMBOW® deve ser utilizado apenas se o benefício esperado superar o risco potencial. Pacientes com insuficiência hepática grave: em pacientes com insuficiência hepática grave, TRIMBOW® deve ser usado somente se o benefício esperado superar o risco potencial. Uso com um espaçador: Os dados farmacocinéticos de dose única demonstraram que a utilização de TRIMBOW® com o espaçador AeroChamber Plus aumentou a exposição sistêmica total (ASC 0-t) para glicopirrônio, em comparação com a utilização de rotina, sem uso de espaçador. Porém, dados de segurança provenientes dos estudos clínicos de longo prazo não demonstraram questões significativas de segurança. Prevenção de infecções da orofaringe: afim de reduzir o risco de infecção orofaríngea por cândida, os pacientes são aconselhados a enxaguar a boca ou bochechar com água, sem engolir, ou escovar os dentes após a inalação da dose prescrita. Distúrbio visual: distúrbios visuais como visão turva, e ou associados à catarata, glaucoma ou doenças raras como coriorretinopatia serosa central, podem ser relatados com o uso sistêmico e tópico de corticosteroides. Gravidez e lactação:TRIMBOW® só deve ser usado durante a gravidez ou a lactação se os benefícios esperados superarem os riscos potenciais.Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.Este medicamento pode causar doping, se utilizado acima da dosagem recomendada. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:Interações farmacocinéticas: como o glicopirrônio é eliminado principalmente pela via renal, uma potencial interação medicamentosa pode ocorrer com medicamentos que afetam os mecanismos de excreção renal. O efeito da inibição do transporte de cátions orgânicos nos rins com glicopirrônio inalado (utilizando cimetidina como inibidor dos transportadores OCT2 e MATE1), mostrou um aumento limitado de 16% na sua exposição sistêmica total (ASC0-t) e uma leve diminuição de 20% na depuração renal devido à co-administração de cimetidina. Interações farmacodinâmicas: relacionadas ao formoterol: betabloqueadores não cardiosseletivos (incluindo colírios) devem ser evitados em pacientes que utilizam formoterol inalado. Se eles são administrados por razões inevitáveis, o efeito do formoterol será reduzido ou suprimido. A utilização concomitante de outros fármacos beta-adrenérgicos pode ter efeito potencialmente aditivo. O tratamento concomitante com quinidina, disopiramida, procainamida, anti-histamínicos, inibidores da monoaminoxidase, antidepressivos tricíclicos e fenotiazinas pode prolongar o intervalo QT e aumentar o risco de arritmias ventriculares. Além disso, L-dopa, L-tiroxina, ocitocina e o álcool podem prejudicar a tolerância cardíaca aos beta2-simpaticomiméticos. O tratamento concomitante com inibidores da monoaminoxidase, incluindo agentes com propriedades semelhantes, como a furazolidona e a procarbazina, pode precipitar reações hipertensivas. Relacionadas ao glicopirrônio: a coadministração em longo prazo de TRIMBOW® com outros medicamentos contendo anticolinérgicos não foi estudada, e, portanto, não é recomendada. Excipientes: TRIMBOW® contém uma quantidade pequena de álcool etílico. Reações Adversas/Efeitos Colaterais:Pneumonia (em pacientes com DPOC), faringite, candidíase oral, dor de cabeça, disfonia, infecção oral por fungos, candidíase orofaríngea, faringite fúngica, hipocalemia, hiperglicemia, tremor, tonturas, fibrilação atrial, prolongamento do intervalo QT em eletrocardiograma, taquicardia, palpitações, hipertensão, tosse, irritação da garganta, boca seca, náuseas, estomatite (aftosa), prurido, espasmos musculares, mialgia, dor nas extremidades, elevação de corpos cetônicos, infecção do trato respiratório inferior (fungos), reações de hipersensibilidade, incluindo eritema e edema de lábios, rosto, olhos e faringe, diminuição do apetite, insônia, hipersonia, angina de peito (instável), ritmo nodal, bradicardia sinusal, extravasamento de sangue, dor orofaríngea, eritema na faringe, inflamação na faringe, garganta seca, disuria, retenção urinária, astenia, crise de asma, exacerbação da asma. POSOLOGIA:TRIMBOW® é para uso por via inalatória oral. A dose recomendada é de 2 (duas) inalações, a cada 12 horas (duas vezes por dia). A dose máxima recomendada é de 4 (quatro) inalações por dia (2 inalações, 2 vezes por dia). VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.Reg. M.S: 1.0058.0120SAC: 0800-1104525www.chiesi.com.brV05

Material destinado aos profissionais habilitados a prescrever ou dispensar medicamentos.
 
ID DAM 21697 -  05/26 

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