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Mulher Idosa em momento de reflexão

Exacerbação da DPOC como ponto de partida para o cuidado respiratório

11 minutos

Conheça mais sobre o médico:

Dra. Suzana Tanni  - CRM-SP 93.785, RQE 112.798 (Pneumologia)

Professora da Disciplina de Pneumologia do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina de Botucatu.

A exacerbação aguda da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) é reconhecida como um importante marcador prognóstico, com impacto significativo na qualidade de vida e no risco de morte. Além de aumentar a probabilidade de novas exacerbações, associa-se a um risco substancialmente elevado de eventos cardiovasculares. Evidências recentes demonstram que eventos como infarto agudo do miocárdio, insuficiência cardíaca, arritmias e acidente vascular cerebral apresentam aumento superior a 14 vezes na razão de chances nos primeiros 14 dias após a exacerbação, independentemente de sua gravidade, com risco persistente por mais de um ano.1-4 
 
Apresentamos o caso de uma paciente na qual a exacerbação grave representou o ponto inicial para a atualização da intervenção farmacológica e a estruturação do cuidado na DPOC, com destaque para oportunidades de prevenção de eventos futuros.

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Caso Clínico

Paciente do sexo feminino, 65 anos de idade, com diagnóstico prévio de DPOC há dois anos, em uso de terapia tripla aberta com dois dispositivos de pó inalatório desde hospitalização por agudização da doença há seis meses, tabagista ativa (carga tabágica superior a 50 maços-ano), procurou atendimento de emergência em dois dias consecutivos devido à piora da dispneia, coriza e tosse produtiva. Recebeu tratamento para broncoespasmo e permaneceu em observação por mais de 24 horas. Durante esse período, apresentou episódio de taquicardia supraventricular, revertido com terapia farmacológica. Após estabilização clínica, recebeu alta com prescrição de corticosteroides sistêmicos e antibioticoterapia. 
 
Três dias após a alta, retornou ao serviço de emergência em parada cardiorrespiratória. Foi prontamente reanimada e encaminhada à unidade de terapia intensiva, onde permaneceu sob ventilação mecânica por 17 dias. Evoluiu com duas falhas de extubação associadas à piora do broncoespasmo, sendo posteriormente extubada com sucesso. 
 
No período pós-terapia intensiva, realizou-se avaliação funcional da DPOC. A espirometria pós-broncodilatador evidenciou capacidade vital forçada (CVF) de 1,71 L (63% do previsto; limite inferior da normalidade: 2,07 L), volume expiratório forçado no primeiro segundo (VEF1) de 0,75 L (35% do previsto; limite inferior: 1,55 L) e relação VEF1/CVF de 0,44, o que confirma a presença de obstrução das vias aéreas. Comparativamente, a paciente apresentou piora funcional, com perda de 150 mL de VEF1 em um ano, achado associado a maior deterioração sintomática respiratória.  
 
A avaliação do impacto da doença demonstrou importante comprometimento clínico: Chronic Airways Assessment Test (CAAT) de 24 pontos, Índice de Dispneia Basal (BDI) de 6, escala modificada do Medical Research Council (mMRC) de 3 e Questionário Respiratório de Saint George (SGRQ) para avaliação da qualidade de vida, com escore total de 48,4% (atividade: 65,6%; sintomas: 81,3%; impacto: 28,2%). 

Abordagem multidimensional e tratamento

A avaliação multimodal da paciente evidenciou comorbidade de hipertensão arterial sistêmica e história de menopausa há 15 anos. A triagem em saúde mental foi negativa para sintomas de ansiedade e depressão. Durante a permanência na unidade de terapia intensiva, a paciente apresentou perda ponderal de 6,2 kg, sendo instituídas medidas para otimização e adequação do suporte nutricional. Adicionalmente, estratégias de mobilização precoce e recondicionamento físico foram incorporadas ao plano terapêutico durante a recuperação da paciente crítica, com o objetivo de minimizar a perda funcional, favorecer a reabilitação e contribuir para a melhora dos desfechos clínicos. Também foi iniciado tratamento com terapia inalatória tripla (beclometasona, formoterol e glicopirrônio [Trimbow®]), associado à indicação de oxigenoterapia domiciliar prolongada, em razão de hipoxemia grave (PaO₂ de 39 mmHg em ar ambiente).  

Evolução e seguimento clínico

No seguimento ambulatorial após um mês, observou-se melhora clínica e funcional significativa, com redução dos escores: SGRQ total de 39,2% (atividade: 41%; sintomas: 49,7%; impacto: 34,9%), CAAT de 16 pontos, BDI de 9 e mMRC de 2. Essa melhora foi sustentada ao longo do acompanhamento, com abordagem integrada que incluiu terapia farmacológica, suporte nutricional e reabilitação pulmonar. A paciente manteve-se abstinente do tabagismo, com uso de terapia de reposição nicotínica. Não foram registrados novos episódios de exacerbação ou eventos cardiovasculares durante o seguimento. 

Exacerbação como marcador sistêmico

Este caso ilustra, de forma emblemática, a exacerbação aguda da DPOC como um evento sentinela, não apenas por sua gravidade imediata, mas principalmente por seu papel como marcador de risco sistêmico e como oportunidade crítica para a reorganização da linha de cuidado. Embora a paciente apresentasse diagnóstico prévio de DPOC, com uso de terapia inalatória otimizada tripla aberta, a perda funcional respiratória associada às exacerbações pôde se agravar por conta das dificuldades técnicas inalatórias relacionadas ao uso de múltiplos dispositivos. Nesse contexto, a transição para a terapia tripla em dispositivo fechado, com aplicação em spray, facilitou a utilização e o controle sintomático diário da paciente. Não obstante, salienta-se que a história de tabagismo significativo, associada à limitação grave ao fluxo aéreo, confirma que a doença provavelmente já se encontrava em estágio avançado e subdiagnosticado havia dois anos, o que reforça a necessidade de busca ativa do diagnóstico e da introdução precoce de terapia otimizada durante as exacerbações.

Risco cardiovascular e implicações clínicas

A exacerbação grave, que culminou em parada cardiorrespiratória e necessidade de ventilação mecânica prolongada, reforça o impacto clínico e prognóstico desses eventos. Evidências recentes demonstram que as exacerbações estão associadas a uma resposta inflamatória sistêmica exacerbada, disfunção endotelial, aumento da atividade simpática e estado pró-trombótico, mecanismos que podem explicar o aumento substancial do risco de eventos cardiovasculares agudos no período subsequente.6,7 Esse risco é particularmente elevado nas primeiras duas semanas após a exacerbação, mas pode persistir por meses ou anos, o que destaca a necessidade de vigilância clínica ampliada, mesmo após a estabilização respiratória.1-4
 
 
Diante desse cenário, o episódio de taquicardia supraventricular durante a primeira admissão e a subsequente parada cardiorrespiratória, poucos dias depois, podem ser interpretados como manifestações dentro desse espectro de instabilidade sistêmica associada à exacerbação. Ainda que não seja possível estabelecer causalidade direta, a proximidade temporal reforça a plausibilidade de interação entre os sistemas respiratório e cardiovascular. 
 
Outro ponto relevante é o atraso no diagnóstico da DPOC, que limita a implementação precoce de estratégias modificadoras de risco. A confirmação diagnóstica apenas após um evento grave evidencia uma lacuna importante na identificação de pacientes de alto risco, especialmente entre indivíduos com história tabágica significativa. Esse cenário reforça a importância de estratégias de rastreamento oportunístico e de maior integração entre os níveis de atenção à saúde. 
 
Por outro lado, o caso também evidencia o impacto positivo de uma abordagem estruturada e multidimensional após o evento índice. A introdução de terapia inalatória tripla, associada à oxigenoterapia domiciliar prolongada no contexto de hipoxemia grave, está alinhada às recomendações atuais para pacientes com DPOC grave e alto risco de exacerbação. Além disso, a incorporação de medidas não farmacológicas, como reabilitação pulmonar e suporte nutricional, desempenha papel fundamental na recuperação funcional e na redução de desfechos adversos.
 
A melhora consistente dos escores de qualidade de vida e dos sintomas ao longo do seguimento, bem como a ausência de novas exacerbações ou eventos cardiovasculares, sugere que a intervenção precoce após a exacerbação pode modificar a trajetória da doença. De fato, a transição de terapia farmacológica tripla inalatória aberta para dispositivo único fechado é importante para o ganho e a manutenção da qualidade de vida e do controle sintomático, o que também reduz o risco de eventos cardiovasculares futuros. Esse achado reforça o conceito de que o período pós-exacerbação representa uma “janela de oportunidade” para intervenção intensiva, com o objetivo de alcançar o controle e a estabilidade da doença, conceitos importantes para otimizar o planejamento a longo prazo em conjunto com o paciente.
 
Adicionalmente, esse caso dialoga com o conceito contemporâneo de DPOC como uma doença sistêmica, na qual manifestações extrapulmonares e comorbidades, particularmente cardiovasculares, desempenham papel central no prognóstico. Dessa forma, modelos de cuidado integrados e preventivos, com estratificação de risco e abordagem centrada no paciente, são de grande importância para o monitoramento próximo após as exacerbações. A integração entre diagnóstico precoce, tratamento otimizado e acompanhamento longitudinal pode representar um diferencial relevante na redução da carga da doença e na melhoria dos desfechos clínicos.

Minibula

TRIMBOW® dipropionato de beclometasona 100 mcg + fumarato de formoterol d-hidratado 6 mcg + brometo de glicopirrônio 12,5 mcg USO ADULTO COMPOSIÇÃO, FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÕES:Solução aerossol. Frasco contendo 120 doses (jatos), acompanhado de inalador com contador de dose (dispositivo para aplicação oral em forma de L). Cada dose contém 100 mcg de dipropionato de beclometasona, 6 mcg de fumarato de formoterol di-hidratado e 12,5 mcg de brometo de glicopirrônio. INDICAÇÕES:DPOCTRIMBOW® é indicado para o tratamento de manutenção em pacientes adultos com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) moderada a grave, que não estão adequadamente controlados com tratamento regular com corticosteroides inalatórios e agonistas beta-2 de ação prolongada ou com associação de agonistas beta-2 de ação prolongada e antagonista muscarínico de ação prolongada. AsmaTratamento de manutenção da asma em pacientes adultos que não estão adequadamente controlados com tratamento regular com associação de corticosteroide inalatório de dose média e um agonista beta-2 de ação prolongada, e que tenham apresentado uma ou mais exacerbações da asma no ano anterior.
CONTRAINDICAÇÕES:Hipersensibilidade ao dipropionato de beclometasona, fumarato de formoterol di-hidratado, brometo de glicopirrônio ou a qualquer um dos excipientes presentes na formulação. Pacientes com hipersensibilidade ao álcool não devem usar TRIMBOW®.Este medicamento é contraindicado para menores de 18 anos. CUIDADOS E ADVERTÊNCIAS:TRIMBOW® não deve ser usado no tratamento agudo. TRIMBOW® não é indicado como uma terapia de resgate para o tratamento de episódios agudos de broncoespasmos ou para tratar uma exacerbação aguda de doença. Hipersensibilidade: reações de hipersensibilidade imediata foram relatadas após a administração de TRIMBOW®. Se ocorrerem sinais sugestivos de reações alérgicas, em particular, angioedema (incluindo dificuldades em respirar ou engolir, inchaço da língua, lábios e face), urticária ou erupções cutâneas, TRIMBOW® deve ser interrompido imediatamente e a terapia alternativa instituída. Broncoespasmo paradoxal: pode ocorrer broncoespasmo paradoxal com aumento imediato de sibilos e falta de ar após a administração. Isto deve ser tratado imediatamente com um broncodilatador inalatório de ação rápida (alívio). TRIMBOW® deve ser interrompido imediatamente, o paciente observado e instituída uma terapêutica alternativa, se necessário. Efeitos cardiovasculares: TRIMBOW® deve ser usado com precaução em pacientes com arritmias cardíacas, especialmente com bloqueio atrioventricular de terceiro grau e taquiarritmias, estenose aórtica subvalvar idiopática, cardiomiopatia hipertrófica obstrutiva, doença cardíaca grave (particularmente infarto agudo do miocárdio, doença cardíaca isquêmica, insuficiência cardíaca congestiva), doenças vasculares oclusivas (particularmente arteriosclerose), hipertensão arterial e aneurisma. Atenção também deve ser dada no tratamento de pacientes com prolongamento conhecido ou suspeito do intervalo QTc (QTc > 450 milissegundos para os homens ou > 470 milissegundos para as mulheres), congênito ou induzido por medicamentos, pois estes pacientes foram excluídos dos ensaios clínicos com TRIMBOW®. Se a anestesia com agentes anestésicos halogenados for prevista, deve ser assegurado que TRIMBOW® não seja administrado por pelo menos 12 horas antes do início da anestesia, pois há risco de arritmias cardíacas. Atenção também é necessária quando TRIMBOW® for utilizado por pacientes com tireotoxicose, diabetes mellitus, feocromocitoma e hipocalemia não tratada. Pneumonia em pacientes com DPOC: um aumento na incidência de pneumonia, incluindo pneumonia com necessidade de hospitalização, tem sido observado em pacientes com DPOC que receberam corticosteroides inalatórios. Há alguma evidência de um risco aumentado de pneumonia com o aumento da dose de esteroides, mas isto não foi demonstrado conclusivamente em todos os estudos. Efeitos sistêmicos dos corticosteroides: Efeitos sistêmicos podem ocorrer com qualquer corticosteroide inalado, particularmente em doses elevadas prescritas por longos períodos. A dose diária de TRIMBOW® corresponde a uma dose média de corticosteroide inalado; além disso, estes efeitos são muito menos prováveis do que com corticosteroides orais. Os efeitos sistêmicos possíveis incluem: síndrome de Cushing, características de síndrome de Cushing, supressão adrenal, diminuição da densidade mineral óssea, cataratas, glaucoma. TRIMBOW® deve ser administrado com precaução em doentes com tuberculose pulmonar ativa ou latente, infecções fúngicas e virais das vias aéreas. Hipocalemia: Hipocalemia potencialmente grave pode resultar de terapia com beta2-agonista. Hiperglicemia: A inalação de formoterol pode causar um aumento nos níveis de glicose no sangue, portanto, a glicemia deve ser monitorada em pacientes com diabetes. Efeito anticolinérgico: Glicopirrônio deve ser usado com precaução em pacientes com glaucoma de ângulo fechado, hiperplasia prostática ou retenção urinária. Os pacientes devem ser informados sobre os sinais e sintomas do glaucoma de ângulo fechado agudo e devem ser informados para interromper o uso de TRIMBOW® e contatar o seu médico imediatamente se algum destes sinais ou sintomas surgirem. Pacientes com insuficiência renal grave: em pacientes com insuficiência renal grave ou em fase terminal da doença renal que necessitam de diálise, especialmente se associada a uma redução significativa de peso corporal, TRIMBOW® deve ser utilizado apenas se o benefício esperado superar o risco potencial. Pacientes com insuficiência hepática grave: em pacientes com insuficiência hepática grave, TRIMBOW® deve ser usado somente se o benefício esperado superar o risco potencial. Uso com um espaçador: Os dados farmacocinéticos de dose única demonstraram que a utilização de TRIMBOW® com o espaçador AeroChamber Plus aumentou a exposição sistêmica total (ASC 0-t) para glicopirrônio, em comparação com a utilização de rotina, sem uso de espaçador. Porém, dados de segurança provenientes dos estudos clínicos de longo prazo não demonstraram questões significativas de segurança. Prevenção de infecções da orofaringe: afim de reduzir o risco de infecção orofaríngea por cândida, os pacientes são aconselhados a enxaguar a boca ou bochechar com água, sem engolir, ou escovar os dentes após a inalação da dose prescrita. Distúrbio visual: distúrbios visuais como visão turva, e ou associados à catarata, glaucoma ou doenças raras como coriorretinopatia serosa central, podem ser relatados com o uso sistêmico e tópico de corticosteroides. Gravidez e lactação:TRIMBOW® só deve ser usado durante a gravidez ou a lactação se os benefícios esperados superarem os riscos potenciais.Este medicamento não deve ser utilizado por mulheres grávidas sem orientação médica ou do cirurgião-dentista.Este medicamento pode causar doping, se utilizado acima da dosagem recomendada. INTERAÇÕES MEDICAMENTOSAS:Interações farmacocinéticas: como o glicopirrônio é eliminado principalmente pela via renal, uma potencial interação medicamentosa pode ocorrer com medicamentos que afetam os mecanismos de excreção renal. O efeito da inibição do transporte de cátions orgânicos nos rins com glicopirrônio inalado (utilizando cimetidina como inibidor dos transportadores OCT2 e MATE1), mostrou um aumento limitado de 16% na sua exposição sistêmica total (ASC0-t) e uma leve diminuição de 20% na depuração renal devido à co-administração de cimetidina. Interações farmacodinâmicas: relacionadas ao formoterol: betabloqueadores não cardiosseletivos (incluindo colírios) devem ser evitados em pacientes que utilizam formoterol inalado. Se eles são administrados por razões inevitáveis, o efeito do formoterol será reduzido ou suprimido. A utilização concomitante de outros fármacos beta-adrenérgicos pode ter efeito potencialmente aditivo. O tratamento concomitante com quinidina, disopiramida, procainamida, anti-histamínicos, inibidores da monoaminoxidase, antidepressivos tricíclicos e fenotiazinas pode prolongar o intervalo QT e aumentar o risco de arritmias ventriculares. Além disso, L-dopa, L-tiroxina, ocitocina e o álcool podem prejudicar a tolerância cardíaca aos beta2-simpaticomiméticos. O tratamento concomitante com inibidores da monoaminoxidase, incluindo agentes com propriedades semelhantes, como a furazolidona e a procarbazina, pode precipitar reações hipertensivas. Relacionadas ao glicopirrônio: a coadministração em longo prazo de TRIMBOW® com outros medicamentos contendo anticolinérgicos não foi estudada, e, portanto, não é recomendada. Excipientes: TRIMBOW® contém uma quantidade pequena de álcool etílico. Reações Adversas/Efeitos Colaterais:Pneumonia (em pacientes com DPOC), faringite, candidíase oral, dor de cabeça, disfonia, infecção oral por fungos, candidíase orofaríngea, faringite fúngica, hipocalemia, hiperglicemia, tremor, tonturas, fibrilação atrial, prolongamento do intervalo QT em eletrocardiograma, taquicardia, palpitações, hipertensão, tosse, irritação da garganta, boca seca, náuseas, estomatite (aftosa), prurido, espasmos musculares, mialgia, dor nas extremidades, elevação de corpos cetônicos, infecção do trato respiratório inferior (fungos), reações de hipersensibilidade, incluindo eritema e edema de lábios, rosto, olhos e faringe, diminuição do apetite, insônia, hipersonia, angina de peito (instável), ritmo nodal, bradicardia sinusal, extravasamento de sangue, dor orofaríngea, eritema na faringe, inflamação na faringe, garganta seca, disuria, retenção urinária, astenia, crise de asma, exacerbação da asma. POSOLOGIA:TRIMBOW® é para uso por via inalatória oral. A dose recomendada é de 2 (duas) inalações, a cada 12 horas (duas vezes por dia). A dose máxima recomendada é de 4 (quatro) inalações por dia (2 inalações, 2 vezes por dia). VENDA SOB PRESCRIÇÃO MÉDICA.SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.Reg. M.S: 1.0058.0120SAC: 0800-1104525www.chiesi.com.brV05

Material destinado aos profissionais habilitados a prescrever ou dispensar medicamentos.
 
ID DAM 21342 -  05/26 

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